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	<title>consultasde tarô &#8211; Vera Chrystina Tar&oacute;loga &amp; Astr&oacute;loga</title>
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	<description>Atendimento Online e Presencial, Cursos, Workshops, Tarologia e Astrologia</description>
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		<title>Temperança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Chystina Costa Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Sep 2018 12:08:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; A Dinâmica das Pausas &#8230; temos medo das pausas. Todos nós já tentamos dar conta das pausas buscando controlá-las, e a sensação resultante não é agradável. Uma pausa é uma corrente que já tem rumo. Ao contrário do que a palavra possa nos sugerir, uma pausa não é algo neutro. É um trecho, uma [&#8230;]]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-2172 size-full" src="http://www.verachrystina.com.br/wp-content/uploads/2018/09/Temperança-Place.jpg" alt="" width="233" height="390" srcset="http://www.verachrystina.com.br/wp-content/uploads/2018/09/Temperança-Place.jpg 233w, http://www.verachrystina.com.br/wp-content/uploads/2018/09/Temperança-Place-179x300.jpg 179w" sizes="(max-width: 233px) 100vw, 233px" /></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;font-size: 21px">A Dinâmica das Pausas</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;font-size: 21px">&#8230; temos medo das pausas. Todos nós já tentamos dar conta das pausas buscando controlá-las, e a sensação resultante não é agradável. Uma pausa é uma corrente que já tem rumo. Ao contrário do que a palavra possa nos sugerir, uma pausa não é algo neutro. É um trecho, uma passagem onde não temos porque controlar o leme – o rumo já é definido. Entregar-se é a forma de navegar pelas pausas, e quando não compreendemos esta lei do fluxo, ficamos bastante angus<span class="text_exposed_show">tiados. Reagir a uma pausa é, portanto, remar contra a maré, é nadar contra a corrente de nossas próprias vidas.<br />
As pausas ficam assim associadas à perda de controle e às experiências violentas por ela ocasionadas. Uma queda, uma força ou uma velocidade que nos surpreende, um objeto que se nos escapa da mão, e confirmamos nosso temor. Estas quedas, estes deslocamentos silenciosos nossos ou de alguma coisa à nossa volta que não controlamos são pausas. A pausa, como disse, não é uma inatividade, mas a hibernação dos meios de controle da realidade à nossa volta.<br />
Quem se permite experimentar uma pausa, quem se permite descobrir que, para além da violência do descontrole, atinge-se trechos do percurso onde a vida retoma controle (onde não há mais rumo, mas calmaria) acaba por encontrar uma nova forma de se relacionar com a própria vida. Quando a pausa for intensa, ou quando se tratar da grande pausa, este indivíduo possuirá a experiência necessária para saboreá-la como parte integrante, e não intrusa da vida.</span></span></p>
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<p style="text-align: left"><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;font-size: 21px">Imagem &#8211; Temperança &#8211; Robert Place </span><br />
<span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;font-size: 21px">Texto &#8211; Nilton Bonder</span></p>
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